
Quando um cliente pede um empréstimo, espera que no final tenha de pagar apenas o valor recebido e mais algumas taxas, que são rotineiras. Mesmo assim tem consumidor sendo pego de surpresa com o valor final a pagar.
O motivo é que alguns bancos, mesmo sem autorização do cliente, estão incluindo serviços de seguro em contratos de empréstimo pessoal. Uma prática proibida, pois se trata de venda casada, proibida por lei.
A constatação da irregularidade foi feita pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) em um teste com o BB, Bradesco, Itaú, Caixa, HSBC e Santander. Foi solicitado nos seis bancos um empréstimo de R$ 300,00, que teve pagamento dividido em seis parcelas.
No BB, Itaú e Santander foi adicionado um seguro sem autorização, venda casada. O valor do serviço no BB e Itaú foi de R$ 2,19 e R$ 4,41, respectivamente. No Santander foi bem mais salgado, R$ 22,00.
Mesmo que seja barato, o seguro é desnecessário para o cliente, pois além de pagar o serviço ainda arca com juros e multas em caso de inadimplência. A única garantia que o seguro oferece é direcionada à empresa, que recebe o valor emprestado, caso o pagamento não seja feito.
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