
De um lado, uma categoria insatisfeita e cansada da postura desrespeitosa dos bancos. Do outro, organizações financeiras com cofres cheios, cujo interesse se resume a aumentar a lucratividade. Os ganhos, no entanto, não são repartidos de forma justa com os empregados.
Para discutir remuneração, nesta quarta-feira (10/09), em São Paulo, o movimento sindical e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) voltam a negociar. Os debates terminam na quinta-feira (11/09).
Os bancários reivindicam reajuste salarial de 12,5% (aumento real de 5,4% mais inflação projetada em 6,76%). Não adianta arranjar desculpa. A solidez do sistema financeiro é incontestável.
Na pauta ainda, PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 6.247,00, piso definido pelo Dieese, de R$ 2.979,25, 14º salário e vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche|babá, no valor de R$ 724,00.
Nas três rodadas anteriores, a Fenaban não propôs nada. Os banqueiros estão com a minuta desde o dia 11 de agosto. Tempo suficiente para apresentar contrapropostas. A vagareza reafirma o descompromisso com os trabalhadores. E paciência tem limite.
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