
BRASÍLIA (DF) - A terceirização será debatida em audiência pública. A decisão inédita é do TST (Tribunal Superior do Trabalho). A notícia vem em boa hora, pois é a primeira vez que os trabalhadores poderão discutir as causas e efeitos das subcontratações.
O TST admite apenas a terceirização das atividades meio, quer dizer, tudo aquilo que não se insere no negócio principal. No entanto, as empresas abusam e acabam por terceirizar serviços importantes. Tudo para reduzir os custos e não ter vínculo empregatício com o empregado.
As atividades de call center são as mais questionadas na justiça, segundo o TST. Dados da Fittel (Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações) indicam que, no país, quase 1,5 milhão de trabalhadores estão nos call center.
O movimento sindical é contra a terceirização. A medida é um desrespeito aos direitos trabalhistas. Para comprovar, recentemente o Dieese (Departamento de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou pesquisa que revela que o terceirizado recebe menos do que o contratado diretamente. Sem falar nos demais direitos negados.
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