
A negociação entre o movimento sindical e a direção do Banco do Brasil, realizada nesta quarta-feira (24/09), em Brasília, está muito longe de valorizar e atender as necessidades efetivas dos empregados.
A direção da empresa não tratou sobre a volta das substituições, suspensas desde 2007, a contratação de mais bancários, o combate efetivo ao assédio moral, fim das metas abusivas, valorização do piso com base no salário mínimo definido pelo Dieese (R$ 2.979,25), dentre outras reivindicações da categoria.
O movimento sindical alerta que o BB pode oferecer uma proposta justa. Até porque obteve lucro líquido de R$ 5,5 bilhões no primeiro semestre. Agora, não resta outra alternativa e os bancários devem lotar a assembleia desta quinta-feira (25/09) para deflagrar a greve no Maranhão a partir do dia 30 de setembro (terça-feira).
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