
Nesta sexta-feira (03/10), às 9h30, será realizado o quarto ato público em frente ao Bradesco da Magalhães de Almeida, Centro de São Luís.
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A greve dos bancários ganhou ainda mais força no Maranhão, nesta quinta-feira (02/10), terceiro dia de paralisação. Segundo o levantamento feito pelo SEEB-MA, 90% das agências de bancos públicos e privados estão fechadas, no Renascença e no Centro de São Luís, dois dos principais setores financeiros do Estado.
No interior, a adesão também cresce em ritmo intenso. Bancários de Imperatriz, Presidente Dutra, Carolina, Caxias, Açailândia, Santa Inês, Buriti, Itapecuru, Gov. Eugênio Barros, Pindaré-mirim, Miranda, São Mateus, Chapadinha, Viana, Tutóia, Pinheiro, Timon, Santa Rita, dentre outras cidades, também cruzaram os braços, totalizando 136 unidades.
Em ato público realizado hoje (02), em frente à Caixa Econômica da Praça João Lisboa, na Capital, os bancários ressaltaram que a culpa pela greve é dos banqueiros e do Governo Federal, que silenciam e se recusam a apresentar uma proposta digna à categoria.
Para o SEEB-MA, a tendência é que a greve se intensifique ainda mais nos próximos dias, pois, até o momento, não há previsão de uma nova rodada de negociação. Diante de tamanha intransigência da classe patronal, a greve continua por tempo indeterminado.
Ato Público e Assembleia
Nesta sexta-feira (03/10) às 9h30, a categoria realiza nova manifestação em frente a agência do Bradesco da Magalhães de Almeida, Centro de São Luís. No fim do dia, os bancários voltam a se reunir às 16h30, na sede do SEEB-MA, para avaliar a greve a nível nacional e para discutir meios de ampliar o movimento.
Reivindicações
Além do reajuste de 35%, os bancários lutam pela recuperação das perdas salariais, contratação de mais empregados, fim das demissões imotivadas, isonomia, combate ao assédio moral, dentre outras pautas.
Greve no Brasil
Os bancários fecharam pelo menos 9.379 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em 26 estados e no Distrito Federal até ontem (02/10), terceiro dia da greve nacional da categoria por tempo indeterminado. Até agora, a tática dos banqueiros tem sido a intransigência. Nas mesas de negociação, eles negaram todas as reivindicações da categoria e ofereceram reajuste pífio de 7,35%.
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