
Nesta segunda-feira, 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data foi instituída em 1988 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como símbolo de conscientização para todos os povos sobre a pandemia de Aids. As atividades desenvolvidas nesse dia visam divulgar mensagens de esperança, solidariedade, prevenção e incentivar novos compromissos com essa luta.
No Brasil, segundo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, a estimativa é de 720 mil pessoas infectados com o vírus HIV, sendo que pouco mais de 150 mil não tem consciência da sua situação sorológica. O documento tem como base números de 2012.
Ainda segundo o documento, houve uma forte incidência no grupo de jovens. A taxa de infecção está em 20 casos a cada 100 mil habitantes, o que representa cerca de 39 mil casos novos da doença por ano.
Esse quadro mostra o quanto ainda é grave a situação da Aids no país. Nesta data, várias entidades, associações e governo organizam grandes movimentos publicitários de alerta para a necessidade de prevenção. No entanto, é sempre bom destacar que a AIDS é uma doença ainda sem cura e que a melhor opção para a humanidade ainda é a prevenção.
Por que o laço vermelho como símbolo?
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.
O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos na Guerra do Golfo.
Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades em cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia.
Além da versão oficial, existem quatro versões sobre sua origem. Uma delas diz que os ativistas americanos passaram a usar o laço com o “V” de Vitória invertido, na esperança de que um dia, com o surgimento da cura, ele poderia voltar para a posição correta. Outra versão tem origem na Irlanda. Segundo ela, as mulheres dos marinheiros daquele país colocavam laços vermelhos na frente das cassa quando os maridos morriam e combate.
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