
O Brasil conseguiu sustentar a oitava colocação no ranking dos países com as marcas de bancos mais valiosas do mundo. O relatório é feito pela consultoria britânica Brand Finance em parceria com a revista The Banker. Após registrar duas quedas consecutivas nos anos anteriores, o país atingiu a cifra total de US$ 34,3 bilhões, beneficiado pela valorização cambial e pelo reforço individual do Bradesco e da Caixa Econômica Federal, que foram mais bem avaliados pelos consumidores.
À frente do Brasil, permaneceram nações como Espanha, França, Japão e Canadá, todas com valor superior a US$ 35,5 bilhões. Os Estados Unidos seguiram na liderança do ranking, que inclui bancos e empresas de cartões de crédito, com 61 instituições que, juntas, tiveram suas marcas avaliadas em quase US$ 202 bilhões.
Além de manter a 8ª posição no ranking deste ano, o Brasil emplacou, novamente, dois representantes entre os 25 mais bem avaliados do mundo, lista liderada pelo norte-americano Wells Fargo. O destaque foi o Bradesco, que saltou cinco posições, da 20ª para a 15ª colocação. É o primeiro colocado entre os bancos da América Latina, com valor de marca de US$ 12,4 bilhões, cifra 17% maior que a vista na última medição. O resultado lhe garantiu também o 10º lugar na lista dos bancos que mais valorizaram suas marcas no último ano. Já a Caixa, que entrou para o ranking no ano passado, conseguiu valorizar sua marca em 8%, para US$ 5,1 bilhões.
Na outra ponta, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Safra viram suas marcas se desvalorizarem. Essas instituições registraram queda de 9%, 6% e 18%, respectivamente.
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