
Pimenta nos olhos dos outros é refresco. A mulher do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), jornalista e ex-apresentadora da TV Globo, Cláudia Cordeiro Cruz, que prestava serviços como terceirizada, ganhou ação no TST (Tribunal Superior do Trabalho), em 2008.
Na sentença, o TST explicou que a jornalista teve de criar uma empresa para prestar serviço à emissora. Em 2000, a Globo informou que o contrato não seria renovado após ela ter sofrido uma faringite, considerada doença ocupacional.
A apresentadora então entrou com ação trabalhista pedindo vínculo empregatício e ressarcimento das despesas e indenização por danos morais, já que o tratamento saiu do bolso da profissional.
O Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro condenou a emissora a registrar Cláudia, que teve a carteira de trabalho assinada, retroativa a todo período de contrato, entre 1989 e 2001.
Se o PL 4330, que Eduardo Cunha insiste em colocar em votação, existisse naquela época, sua mulher não poderia ter entrado com ação judicial, já que estaria desprotegida pela legislação.
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