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PLANTÃO / ECONOMIA

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IPCA e commodities pesam sobre prêmios dos DIs

07/07/2011 às 17:30
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A curva de juros futuros se ajustou para cima nesta quinta-feira reflexo do resultado acima do esperado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e elevação dos preços das commodities no mercado internacional. Analistas avaliam que o leilão de títulos públicos realizado hoje pelo Tesouro Nacional também ajudaram a puxar os prêmios dos DIs.

Na BM&FBovespa, o contrato de DI com vencimento em outubro deste ano apontou taxa anual de 12,40%, ante 12,39% da véspera. O DI de janeiro de 2012 projetou juro de 12,49%, contra 12,47% do último ajuste. Este papel foi o mais negociado com 659,7 mil transações efetuadas e giro de R$ 62,2 bilhões. O DI de janeiro de 2013 sinalizou taxa anual de 12,70%, contra 12,65% do ajuste anterior.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o IPCA registrou variação de 0,15% em junho deste ano, ante taxa de 0,47% no mês anterior. Com isso, o primeiro semestre do ano fechou com taxa de 3,87%, acima do registrado no mesmo período de 2010 (3,09%). Considerando os últimos 12 meses, o índice situa-se em 6,71%.

A equipe econômica do Bradesco explica que a desaceleração observada no IPCA de junho, impulsionada pela deflação dos itens de alimentação e bebidas e de transportes, foi limitada pela aceleração dos preços de bens duráveis e de serviços. O comportamento desses preços – e consequentemente, das medidas de núcleos – sugere que o ritmo de expansão da demanda continua sendo fator-chave para a inflação.

Para Octavio de Barros, Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, ao longo dos próximos meses as taxas de inflação devem continuar menos pressionadas do que as registradas no começo do ano, por conta da sazonalidade mais favorável do período.

O executivo também considera que o processo de desaceleração da atividade econômica continuará em curso, conforme tem sido sugerido por indicadores como o de estoques na indústria automobilística. “O resultado do IPCA reforça a percepção de que o aperto da política monetária deverá prosseguir”, friza.

Ainda na pauta dos negócios a Fundação Getulio Vargas  informou que o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou deflação de -0,13% em junho deste ano, na comparação com o mês anterior. Em maio, houve variação de 0,01%. Nos 12 meses, a taxa soma 8,63%, e no ano 2,95%. O dado do IGP-DI veio em linha com as estimativas do mercado.

Diante dos números bons divulgado hoje nos EUA, o sentimento do mercado é de melhora no rumo da economia. Por lá, a ADP Employment Report anunciou que foram abertas 157 mil vagas no setor privado em junho no país. Outro dado revelado no país, foi que o número de pedidos de auxílio-desemprego foi melhor que da última semana, registrando total de 418 mil novos pedidos na semana até 2 de julho.

Ainda no âmbito internacional, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu elevar a taxa básica de juro na zona do euro em 0,25 ponto percentual, de 1,25% para 1,50% ao ano, enquanto o BoE (Banco da Inglaterra) manteve a taxa básica de juro em 0,5% ao ano, e não alterou o programa de recompra de ativos de £ 200 bilhões.

O desempenho das commodities também está sendo avaliado pelos agentes. Instantes atrás, o índice CRB subia 6%, a 346,27 pontos. E o barril de WTI se valorizava 1,87%, a US$ 98,4.

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