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Ontem (11/09), ocorreu mais uma mesa de negociação entre o Banco e as Entidades – CONTEC, AEBA, SEEB-MA - com o tema saúde e condições de trabalho. Já havíamos discutido o tema na mesa de negociação de julho onde apresentamos nossas propostas e estávamos aguardando uma posição do Banco.
Neste aspecto, queremos que o Banco garanta pelo menos o que prevê o DEST, ou seja, garantia de 50% dos custos dos empregados com saúde. Atualmente o Banco arca com apenas 35% dos custos com saúde, o que significa que os empregados estão sobrecarregados com os custos da assistência a saúde. E reivindicamos também que a Diretoria se posicione sobre o retorno do patrocínio da CASF.
As respostas do Banco
O Banco apresentou respostas, embora suas respostas sejam vergonhosas. Primeiramente, disse que a Diretoria é contra o retorno do patrocínio da CASF, e que mesmo que entidades procurem se articular com parlamentares e com áreas do Governo, se for perguntada sobre sua posição vai afirmar que é contra, pois NÃO QUER A RESPONSABILIDADE JURIDÍCA DE
PATROCINAR A CASF. Hoje, o Banco tem o que precisa, isto é, uma empresa que cuida da saúde de seus ativos e aposentados sem que para isso ele tenha nenhuma responsabilidade. É triste, mas é a verdade.
Ampliação dos gastos
Como ampliação dos gastos o Banco propôs reajustar em 15% a tabela de enquadramento no Amazônia saúde, trata-se de uma proposta ridícula. O reajuste dos salários, mantidas as condições dos anos anteriores, será superior a 10% o que significa que não haverá, na prática, melhoria de faixa para ninguém. Por outro lado, nossas preocupações com mudança de faixa se tornaram irrelevantes, pois a quase totalidade dos empregados do Banco está na última faixa. Para ser justo, o reajuste da tabela deveria ser de tal montante, que restabelecesse a antiga divisão do reembolso, com 33% dos empregados em cada faixa. Mas o Banco, conscientemente, achatou a tabela, agora sofremos os impactos.
Cobramos do Banco reajuste do reembolso que está congelado e solicitamos que o Banco faça o que o governo permite, que é arcar com 50% dos custos com assistência à saúde, se o Banco fizer isso nosso reembolso aumenta mais de 20%. Além disso, o Banco não estará descumprindo nenhuma normativa do DEST – estará, apenas, cumprindo a lei. Mas o Banco quer ser, mais uma vez, “mais realista que o rei” e aplicar uma política pior que a permitida pelo governo, que já é ruim.
É uma pena que tenhamos um empregador tão irresponsável com a saúde dos seus empregados. Nossa sorte é que nós temos tido a capacidade de fazer o sacrifício necessário para manter a CASF e, assim, garantir que nossas famílias tenham acesso à assistência à saúde de qualidade, mesmo com custos tão elevados.
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