
Negociação é a primeira desde o início da paralisação nacional e foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo.
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A forte adesão à greve dos bancários fez a Fenaban romper o silêncio e marcar nova rodada de negociação para esta terça-feira (20/10) a partir das 16h, em São Paulo.
Confira o resultado da negociação aqui
Essa é a primeira negociação desde o início da paralisação nacional, que foi deflarada no dia 06 de outubro e já fechou 12.496 locais de trabalho nos 26 Estados e no Distrito Federal.
Apesar do anúncio da negociação, o SEEB-MA ratifica que a GREVE CONTINUA até que seja apresentada uma proposta satisfatória que atenda às reivindicações da categoria. Por isso, os piquetes devem ser mantidos em todo o Estado.
Em São Luís, por exemplo, os bancários se concentraram nesta terça-feira (20/10), 15º dia da paralisação, nas agências de bancos privados, no Centro da Capital.
Os bancários maranhenses reivindicam reajuste de 35%, PLR de 25% linear, piso de R$ 3.377,66, isonomia, estabilidade no emprego, contratação de mais bancários, dentre outras.
14º dia de greve
Nesta segunda-feira (19/10), 14º dia da greve nacional, o índice de adesão chegou a 90% nos bancos públicos e privados, no Maranhão. Após paralisar as agências do Centro, Renascença e Cohama, os bancários paralisaram as agências do São Cristovão, outro importante setor financeiro da Capital.
Em todo o Estado, mais bancários cruzaram os braços, a exemplo dos analistas do Banco da Amazônia e do Banco do Nordeste, bem como os advogados. No Banco do Brasil, os caixas também entraram em peso na greve. Na Caixa, muitos bancários aderiram na GIGOV. Em Presidente Dutra, o Bradesco também fechou as portas.
Em Balsas, todas as agências de bancos públicos e privados estão fechadas.
Em algumas unidades, supervisores e assistentes pararam, enquanto caixas e tesoureiros aderiram massivamente ao movimento. Nas demais regionais do Estado, como Açailândia, Imperatriz, Caxias, Codó, Bacabal, Presidente Dutra, Chapadinha, Pedreiras, Santa Inês e Pinheiro, muitas agências também estão fechadas.
O SEEB-MA ressalta que greve a pressiona para reabrir as negociações e obter um acordo melhor para TODOS.
“Por isso, continuar fazendo negócios de milhões e batendo meta dentro da agência fechada para o público não ajuda em nada, só atrapalha porque o patrão não vai se incomodar. Gerente, assistente ou supervisor não é cargo de confiança, logo têm todo o direito de lutar pelos seus direitos.” – alertou o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan.
Assembleia de avaliação
Bancário, procure o Sindicato, participe das assembleias de avaliação de greve, de segunda a quinta-feira, às 17h, na sede do SEEB-MA, em São Luís, e fique por dentro de todas as novidades sobre a Campanha Salarial.
Saiba mais
Os bancários cruzaram os braços desde o dia 06 de outubro e só retornão às atividades quando os patrões apresentarem uma proposta decente.
Os trabalhadores votaram pela paralisação depois que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) se recusou a atender as principais reivindicações da categoria.
Outro fator que fez os trabalhadores radicalizarem o movimento foi o reajuste oferecido pela Fenaban de 5,5%. O índice é muito baixo, principalmente diante da lucratividade do setor.
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