
A Receita Federal liberou a consulta ao sétimo e último lote de restituições do Imposto de Renda 2015 nesta quarta-feira (9), às 9h.
As restituições de 2.721.019 contribuintes, que totalizam mais de R$ 3,4 bilhões, devem ser pagas na próxima terça-feira (15), conforme o calendário divulgado em abril pela Receita Federal.
Se você ainda não recebeu a restituição e não estiver neste último lote, quer dizer que você é um dos 617.695 contribuintes que caíram na malha fina. Nesse caso, o ideal é se antecipar à intimação da Receita e tentar regularizar sua situação.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar o site da Receita, pelo http://zip.net/bsn4Jn (URL encurtada e segura), ou ligar para o Receitafone, no número 146.
Pelo site, é possível saber se há alguma irregularidade na declaração. Caso haja, o contribuinte pode apresentar uma declaração retificadora e corrigir as inconsistências apontadas pela Receita.
O dinheiro é depositado na agência bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração. O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, pelo link fornecido acima.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).
Na segunda-feira (7), a reportagem do UOL verificou que a Receita havia liberado a consulta às restituições do último lote por algumas horas, e, depois, suspendido.
A consulta a um CPF específico, pela manhã, retornou a informação de que a restituição havia sido liberada e que o valor seria pago no dia 15. À tarde, ao consultar o mesmo CPF, a informação era que a declaração estava "na base de dados da Receita Federal".
A Receita Federal, por meio de sua assessoria de imprensa, não confirmou se o serviço havia sido liberado por engano e, depois, tirado do ar, nem informou o motivo de a consulta ter sido liberada.
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