
Nos dias 27, 28 e 29 de maio, ocorreu em São Paulo a reunião da Coordenação Nacional da Central Sindical e Popular Conlutas. Um dos principais debates da reunião foi sobre a organização das lutas dos trabalhadores contra os ataques já anunciados pelo presidente interino Michel Temer, como as reformas da Previdência e Trabalhista.
Na atual conjuntura política nacional, os trabalhadores devem se organizar para fazer uma firme oposição a esse governo, sem defender o retorno da presidente afastada Dilma Rousseff.
Para o movimento sindical, o governo Temer assumiu com o objetivo de aplicar as reformas e ataques que Dilma não conseguiu impor. A mobilização dos trabalhadores, no entanto, é fundamental para barrar esses projetos. Frágil como se encontra, Temer já recuou do corte do Fies e do Pronatec, do fim do Ministério da Cultura, da redução do SUS e da suspensão do Minha Casa Minha Vida.
Apesar disso, todas essas tentativas serviram para deixar claro qual é o seu projeto: aplicar uma política de ajuste fiscal que, na prática, vai penalizar os trabalhadores e a população mais carente.
A CSP-Conlutas também definiu sua política de combate à terceirização (que triplicou durante o governo petista, atingindo 12 milhões de trabalhadores) e à privatização do patrimônio público.
Por fim, ainda foi aprovada uma resolução pela retirada da ação judicial que pediu a impugnação da candidatura de Priscila Rodrigues na eleição do Sindicato, ação essa que resultou na demissão da dirigente sindical pelo Banco Votorantim.
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