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Enquanto se recusam a conceder um reajuste digno aos bancários, os banqueiros anunciam aumentos satisfatórios para seus diretores. Exemplo disso é o Santander, que ofereceu 29,1% para seus executivos do alto escalão.
Para se ter uma ideia, o salário de um diretor do Santander é 145 vezes maior que o de um escriturário, que recebe, hoje, somente R$ 1.975,10.
No Itaú, a diferença é ainda maior. Um executivo do maior banco privado do país fatura 255 vezes mais do que um bancário em início de carreira.
Nos outros bancos, não é diferente. No Bradesco, a remuneração de diretor é 109 vezes maior que a de um escriturário e no Banco do Brasil, 42,5 vezes.
Em Campanha Salarial, os bancários maranhenses reivindicam, dentre outras demandas, 28,33% de reajuste geral, além da reposição das perdas salariais.
Por sua vez, os banqueiros e o Governo Federal (patrão dos bancos públicos) oferecem míseros 7% de reajuste mais abono de R$ 3,3 mil, alegando que o cenário não é favorável em razão da crise.
O SEEB-MA ratifica que essa desculpa não será aceita pelos trabalhadores, diante do lucro de quase R$ 30 bilhões obtido pelos bancos somente no primeiro semestre de 2016 e, sobretudo, diante da farra do aumento para o alto escalão dos bancos.
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