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O novo presidente do Brasil, Michel Temer, começa a preparar a legalização da reforma trabalhista, o que seria, atualmente, um tipo de escravidão moderna. O projeto deve chegar ao Congresso Nacional até o fim do ano e as expectativas não são nada boas.
A reforma trabalhista prevê a ampliação da jornada de trabalho de 8 para 12 horas diárias. É proposto dois modelos de contratos. Um considera as horas trabalhadas e a produtividade e o outro será baseado na jornada de trabalho, como já é atualmente.
A notícia teve uma repercussão negativa diante da população, pois se for aprovada trará perdas históricas para os trabalhadores. Este é, sem dúvida, um governo que atua em favor do grande capital e que tem a seu favor deputados e senadores da base com projetos que impõem retrocessos absurdos ao país.
Desde já, o SEEB-MA declara que é totalmente contra essa proposta que vai de encontro às conquistas históricas do trabalhador.
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