
Os direitos dos trabalhadores estão por um fio. O projeto que libera geral a terceirização está programado para entrar na pauta de votação do Senado, nesta quinta-feira (24/11). Caso seja aprovado, é o fim dos benefícios garantidos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).
As perdas são muitas. O terceirizado não tem, por exemplo, 13º salário. Dinheiro que milhares de brasileiros utilizam para pagar as dívidas, a matrícula dos filhos e os impostos do início do ano.
As férias também farão falta. Todo mundo precisa descansar. Mas essa realidade é bem difícil entre o prestador de serviço. Se oito horas de trabalho já é bem cansativo para quem tem carteira assinada, imagina trabalhar e não ter hora para sair. Pois, bem. É o que muitas vezes acontece com o terceirizado.
Vale destacar ainda que mesmo passando muito mais tempo em atividade, o prestador de serviço ganha bem menos. Entre os bancários é diferença média é de 25%.
A categoria, inclusive, será uma das mais prejudicadas. Atualmente os bancos utilizam diversos mecanismos para reduzir custos, mesmo com o lucro na casa do bilhão. A rotatividade é um dos artifícios.
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