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SÃO LUÍS (MA) - Segundo dados do Ministério do Trabalho, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos no primeiro semestre deste ano. Os bancos – que fazem parte de um subgrupo desse setor - são as instituições que mais lucraram no Brasil.
No entanto, comprovadamente, esses ganhos não foram revertidos na geração de empregos. Para se ter uma ideia, apenas 16 mil novos postos de trabalho foram abertos pelas instituições financeiras de um total de 564 mil criados nesse setor. Um contrasenso, pois a lucratividade dos cinco bancos mais ricos do país atingiu R$ 12 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2011.
Em outras palavras, nem o bom momento da economia fez com que os bancos contratassem, sendo responsáveis por apenas 3% do total de empregos gerados. Por outro lado, os outros cinco subgrupos do setor de serviços (comércio e administração de imóveis, transportes e comunicações, serviços médicos e odontológicos, ensino e serviços de alojamento, alimentação, reposição e manutenção) geraram 547.857 empregos, ou seja, 97%.
Diante desses resultados é fácil entender porque a classe bancária é uma das que mais sofre de doenças ocupacionais. A combinação de falta de empregados, demanda crescente de clientes, venda de serviços e metas abusivas só pode ocasionar sobrecarga de trabalho e, consequentemente, o adoecimento dos bancários.
Um Absurdo!
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