
A rotina do trabalhador brasileiro pode ficar ainda mais puxada com a reforma trabalhista que o Governo Temer quer colocar em prática a partir deste ano.
Vale ressaltar que a reforma consiste em um pacote de medidas, que visam, sobretudo, flexibilizar a CLT, fazendo com que acordos coletivos possam sobrepujar direitos previstos na lei.
Sem qualquer cobertura da mídia, aliada no processo de flexibilização, o Governo já estuda permitir jornadas de trabalho de até 14 horas diárias, sem o pagamento de hora extra.
Outro ataque previsto é a remuneração por produtividade, que uma vez negociada em acordos coletivos arranjados, poderá desobrigar o pagamento do piso das categorias.
Para o SEEB-MA, a reforma trabalhista coloca em risco o emprego formal, bem como viola princípios constitucionais, como a jornada máxima de 44h semanais e a garantia do salário mínimo.
“Diante disso, todos nós devemos pressionar os deputados e senadores maranhenses a votarem contra esse pacote de maldades, que visa acabar com a CLT, retirando direitos conquistados com muita luta pelos trabalhadores brasileiros” – afirmou o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan.
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