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PLANTÃO / LUTA

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Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) dão início à Campanha Salarial 2011

25/07/2011 às 15:30
CSP-Conlutas
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Os metalúrgicos de São José dos Campos e Região aprovaram, em Assembléia Geral realizada neste sábado (23), a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2011. Os trabalhadores vão à luta este ano para exigir reposição da inflação pelo INPC, aumento real de salários e reajuste do piso, além de 151 cláusulas sociais, como redução da jornada de trabalho e direito a delegados sindicais dentro das fábricas.

O índice econômico será definido na próxima quinta-feira (28) em seminário dos Sindicatos de São José dos Campos, Campinas, Limeira e Santos, que há 14 anos realizam Campanha Salarial unificada. Na composição do índice, além da inflação – estimada em cerca de 7,11% – , será considerada a produtividade medida no período.

Também ficou definido um calendário de lutas para o mês de agosto, que incluem dois dias de mobilização: dia 19 em São José dos Campos, e dia 24 em Brasília.

A Assembléia Geral lotou o salão do Sindicato dos Metalúrgicos. “Nossa Campanha Salarial será construída a partir das lutas e das reivindicações dos trabalhadores. A realidade nas fábricas, hoje, é de um aumento absurdo da produtividade e, consequentemente, da exploração. Há uma propaganda ostensiva, por parte do governo, de que o Brasil cresceu, mas nós sabemos que este crescimento se deve ao suor dos trabalhadores. Portanto, vamos exigir nossa parte”, afirma Vivaldo Moreira Araújo, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, filiado à CSP-Conlutas.

Este ano, a pauta de reivindicações dos metalúrgicos será estendida também a negociações com a Prefeitura. “Os trabalhadores gastam boa parte de seus salários com convênios médicos, transporte, creches e escolas particulares, que deveriam ser garantidos pelo poder público. A partir de agora, vamos exigir que a Prefeitura discuta com os trabalhadores e atenda às reivindicações da categoria”, afirma.

Pacto Socia

Além de votarem a pauta de reivindicações da Campanha Salarial, os metalúrgicos também se manifestaram contrários ao Pacto Social firmado entre governo, Fiesp e centrais sindicais pelegas, como CUT e Força Sindical.

Na Assembleia de sábado, a categoria foi unânime na votação contra o pacto, que  nada mais é do que uma manobra para garantir os lucros dos empresários e reduzir salários e direitos dos trabalhadores. Para se ter uma ideia, uma das medidas prevê a redução de até 30% nos salários  próximos três anos.

Esse discurso repete a história das Câmaras Setoriais da década de 90, que reuniu patrões, governos e trabalhadores em torno de uma mesma pauta, e que resultou em demissões e aumento da exploração

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