
A aprovação da reforma trabalhista, nesta terça-feira (11/07), no Senado, estimula o trabalho ao dificultar a prevenção e o combate à exploração criminosa, na opinião de especialistas da área de erradicação do crime no Brasil.
Entre as mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que afetam a prevenção e o combate às condições análogas à escravidão estão a ampliação da terceirização, a contratação de autônomos de forma irrestrita, o aumento da jornada de trabalho e a redução do tempo de descanso.
Ou seja, a reforma do governo Temer cria condições legais e permite que a legislação banalize condições que já foram identificadas como análoga ao trabalho escravo. Para os profissionais da área, um grande retrocesso.
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