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SÃO PAULO (SP) – O HSBC anunciou a demissão em massa de 30 mil bancários em vários países do mundo. Mas o Brasil não será atingido pelos cortes, segundo nota divulgada pelo banco.
Ao invés de demissões, deverão ser contratados cerca de mil novos gerentes de relacionamento. O objetivo do HSBC é aumentar sua participação no varejo brasileiro
.
A nota informa ainda que o Brasil foi responsável por US$ 637 milhões do lucro global da organização, se consagrando como o terceiro maior mercado a contribuir com os ganhos do banco. Por isso, a onda demissional não incluirá o país.
Para bancários, demissões são injustificáveis
Apesar da lucratividade recorde – de US$ 11,5 bilhões – obtida no primeiro semestre deste ano, valor acima dos ganhos do ano passado e superior às estimativas dos analistas que previam um lucro de US$ 10,9 bilhões para 2011, os banqueiros do HSBC afiaram seus facões e mandaram seus empregados pra rua.
Diante desses dados, a certeza que fica entre os trabalhadores é que as demissões são injustificáveis. Sem contar que o banco já havia cortado cinco mil empregos com a desculpa de uma reestruturação na América Latina, Estados Unidos, Inglaterra, França e Oriente Médio.
Os cortes equivalem a quase 10% do quadro de funcionários do HSBC e integram o programa de redução de custos. Tal programa se mostra uma incógnita, pois afinal, para que sacrificar os empregados de outros países que escaparam do facão, se o lucro continua crescendo?
Apesar do anúncio de que o Brasil está fora da lista de países afetados com as demissões, bancários do país ainda estão com receio dessa política do banco.
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