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PLANTÃO / BANCO DO BRASIL

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Assembleia sobre a Cassi será na terça-feira (12/11)

Objetivo é explicar os pontos da proposta requentada do BB, que visa reformar o Estatuto da Cassi.

12/11/2019 às 12:04
Ascom/SEEB-MA
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O SEEB-MA convida os bancários do Banco do Brasil para a Assembleia Geral que será realizada na terça-feira (12/11), a partir das 18h, na sede do Sindicato, na Rua do Sol, Centro de São Luís. O objetivo é discutir e explicar os pontos da proposta requentada do BB, que visa reformar o Estatuto da Cassi.

Entenda o caso 

Antes de mais nada, é importante reafirmar que o grande responsável pela situação deficitária da Caixa de Assistência é o próprio Banco do Brasil que – ao congelar salários, ceifar direitos (anuênios, interstícios, etc.), cortar postos de trabalho (10 mil) e impedir a associação de novos bancários – praticamente “quebrou” a Cassi, bem como o pacto geracional, pilar do princípio da solidariedade que mantinha o equilíbrio financeiro do plano de saúde.

Com essa “nova/velha” proposta apresentada pelo banco em 2019, o que o BB quer – na verdade – é impor, novamente, a diminuição de sua contribuição para o custeio da Cassi, com vistas a excluir sua responsabilidade com a saúde dos seus associados, como fez nas reformas estatutárias de 1996 e seguintes.

Vale ressaltar que na reforma de 2007, foi introduzida a coparticipação para exames e procedimentos entre a Cassi e o associados, excluindo a contribuição do banco e maximizando os ônus ao corpo social. Para piorar, na mesma reforma, ao remover o parágrafo único do art. 21 do Estatuto, o BB abriu a brecha para acabar com proporção 40 x 60 (3% x 4,5%) entre as contribuições dos associados e do banco.

Por isso, na atual proposta, o BB quer aumentar a participação dos associados, enquanto mantém a sua congelada em 4,5%, visando desresponsabilizar-se e reduzir seus custos, jogando a conta para os associados. É bom lembrar que a reforma de 2007 foi aprovada após várias consultas, a exemplo do que está ocorrendo em 2019, numa total afronta à decisão dos associados.

Neste ano, na primeira consulta feita pelo BB para alterar o Estatuto, 70% do corpo social disse “NÃO” à proposta do banco. Na segunda consulta, porém, sem qualquer mudança para melhor na proposta, vários setores da Contraf-CUT, da ANABB, dentre outras entidades, passaram a defender a proposição do BB em detrimento dos interesses e da saúde dos associados da Cassi.

No entanto, graças a campanha massiva, principalmente, do SEEB-MA, SEEB-RN, SEEB-ES, SEEB Bauru e Contec, a fim de esclarecer o teor da “nova/velha” proposta, o “NÃO venceu mais uma vez.

Agora, de 18 a 28 de novembro, o Banco do Brasil abrirá a terceira consulta sobre a mesma proposta de reforma estatutária, que prevê, essencialmente, as mesmas mudanças já rejeitadas pelo corpo social nas duas consultas anteriores, que são: 1) a quebra do princípio de solidariedade; 2) a quebra da paridade da gestão, com a introdução do voto de minerva para o banco; 3) o rompimento da proporção estatutária de contribuição (40 x 60 ou 3% x 4,5%); 4) a distinção entre colegas ativos e aposentados, dentre outros ataques.

Associado (a) da Cassi: esse filme nós já vimos em 1996 e 2007, sendo o banco o único beneficiado com essas alterações! Por isso, mais uma vez, é preciso dizer NÃO a essa proposta, buscando – com mobilização e luta – impor ao BB sua responsabilidade com a saúde dos associados, pois lucro o banco tem de sobra para arcar com o déficit e restabelecer a perenidade da Cassi.

QUANDO EU DIGO NÃO É NÃO!

SOBRE

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