
O rendimento das mulheres brasileiras aumentou em velocidade maior do que a dos homens em nove anos. O crescimento para a ala feminina foi de 68,2%, já o da masculina foi de 43,1%.
Os dados estão presentes no levantamento do Data Popular. A pesquisa tem como base as informações da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A pesquisa ainda revela que, entre 2002 e 2001, a massa de renda das mulheres passou de R$ 412,4 bilhões para R$ 693,5 bilhões. Apesar do crescimento, o rendimento delas, ainda é menor do que o deles. Em Salvador, as mulheres ganharam R$ 5,54 por hora em 2010, já os homens R$ 6,50.
Na divisão pela classe social, 47,1% das mulheres com renda integram a classe C (ganho domiciliar médio de R$ 2.295) e 22% fazem parte da classe A (média de R$ 14.203). A classe B (R$ 6.070) é composta por 20,7% e 9,6% são da D (R$ 940). Somente 0,5% são da classe E (R$ 273).
Quando o assunto é realização profissional, as empresárias são as mais satisfeitas, 65%. Entre as autônomas, 50% gostam do que fazem, enquanto as profissionais liberais e funcionárias públicas registram 48% cada. Apenas 37% das empregadas domésticas apresentam satisfação.
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