
SÃO PAULO (SP) - Os médicos dos planos de saúde vão suspender o atendimento em todo o país no dia 21 de setembro para reivindicar reajustes periódicos nos honorários. Eles recebem em média R$ 32 por consulta e querem que as operadoras paguem pelo menos R$ 80. Em São Paulo, onde as negociações com as empresas já começaram, a Comissão Estadual de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar divulgou um cronograma de paralisações a partir de primeiro de setembro. O presidente da Associação Paulista de Medicina, Jorge Curi, disse que 12 empresas se negam a negociar. São elas: Ameplan, Assefaz, Cetesb, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Green Line, Intermédica, Medservice, Notre Dame, Porto Seguro, Prosaúde, Vale e Volkswagen. Care Plus, Cesp e Marítima enviaram propostas nesta terça-feira. Pelo cronograma, os médicos que atendem ginecologia e obstetrícia vão parar de 1 a 3 de setembro; otorrinos de 8 a 10; pediatras de 14 a 16; ortopedistas e traumatologistas de 19 e 20; pneumologistas e tisiologistas de 21 a 23 e cirurgiões plásticos de 28 a 30. Os anestesistas acompanharão as demais especialidades. Vão deixar de ser atendidos, nesse período, 3,2 milhões de pacientes, que respondem por 18% dos usuários dos planos de saúde.
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