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BRASÍLIA (DF) - A Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) e o movimento sindical debateram, nesta terça-feira (8), em audiência pública realizada em Brasília, o tempo de espera nas filas das agências bancárias.
Os bancários afirmaram que a lei que define o limite de espera só funcionará de fato se os bancos contratarem mais empregados ao invés de demiti-los. Prática que já se tornou comum nos bancos privados.
Durante a audiência, algumas reivindicações foram feitas para melhorar a situação, tais como a padronização do tempo máximo de espera nas filas, ampliação do horário de atendimento (das 9h às 17h), volta de dois turnos de trabalho e a universalização dos serviços bancários a todos, independentemente da renda.
Vale ressaltar que o problema das filas e, por consequência, a sobrecarga de trabalho dos bancários ocupa lugar de destaque na pauta da campanha salarial deste ano. No Maranhão, desde 2002, a lei estadual nº 7.806 determina que o tempo máximo de espera nas filas é de 30 minutos.
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