
SALVADOR (BA) - A postura parece até uma represália à campanha salarial já em pleno vapor. O Santander tem ministrado um curso de risco operacional aos funcionários. Até aí, tudo bem. Mas, no material didático utilizado, ao apresentar casos reais de vandalismo, o banco defende a necessidade de “reforçar a segurança e/ou colocar tapumes nas portas em dias de jogos, manifestações sindicais e festas populares”. O fato é uma afronta aos bancários na medida em que compara as manifestações a atos de vandalismo.
O movimento sindical, inclusive, encaminhou na última sexta-feira (12/08), uma carta em repúdio ao posicionamento do Santander. A categoria considera o enquadramento abominável e um total desrespeito à liberdade de manifestação dos trabalhadores em busca do atendimento às reivindicações.
No documento, os bancários reivindicam a retirada imediata das declarações no curso de risco operacional, além de uma retratação junto às entidades sindicais e aos funcionários do banco que participaram do treinamento. Os representantes do banco alegaram desconhecer o assunto, mas ficaram de verificar.
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