
A paralisação por tempo indeterminado começou nesta terça-feira (08/09) no Maranhão.
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O primeiro dia da greve dos bancários foi marcado por forte adesão no Maranhão, com mobilizações em várias regiões do Estado. A paralisação por tempo indeterminado começou nesta terça-feira (08/09) e também ocorre em diversas bases do país.
Bancários realizaram atos em Imperatriz, Açailândia, Caxias, Codó, Pedreiras, Presidente Dutra e Bacabal, entre outras cidades. Na Grande São Luís, o SEEB-MA reuniu a categoria no Maiobão, fortalecendo a pressão pela reabertura das negociações.
A greve é uma resposta à intransigência das instituições financeiras. Após 13 rodadas de negociação, as propostas apresentadas continuam abaixo das reivindicações da categoria, mesmo diante de um setor que lucrou mais de R$ 180 bilhões em 2025.
Os trabalhadores cobram propostas dignas, com reajuste salarial, valorização dos tíquetes e pisos, PLR, saúde, garantia de emprego, manutenção de direitos e melhores condições de trabalho.
A mobilização também combate a falta de funcionários, a sobrecarga, o adoecimento, o fechamento de agências e o desmonte da estrutura bancária. Esses ataques prejudicam os bancários e também a população, com mais filas, demora e dificuldades de acesso aos serviços presenciais.
ASSEMBLEIA DE AVALIAÇÃO
O SEEB-MA realiza ainda nesta terça-feira (08/09), às 18h em primeira convocação e às 18h30 em segunda, via Zoom (LINK), nova Assembleia Geral Avaliativa e Deliberativa. A categoria vai receber informes, avaliar o primeiro dia de paralisação e definir os próximos rumos da greve.
ATO PÚBLICO NESTA QUARTA-FEIRA
Nesta quarta-feira (09/09), a partir das 9h, o SEEB-MA realiza ato público no BB da Praça Deodoro, no Centro de São Luís, para intensificar a mobilização, ampliar a pressão e cobrar avanços concretos nas negociações.
Bancário(a), participe. Se é grave, é greve!
Assembleia Geral sobre a greve nesta quarta-feira (09/09) via Zoom; participe
© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!