
O assédio moral é um dos principais problemas enfrentados pelos bancários no dia-a-dia. Os números comprovam. Pesquisa feita recentemente pelo movimento sindical mostra que 42% dos empregados já sofreram algum tipo de humilhação no trabalho. Outros 49% não sentem os esforços reconhecidos e 34% já sofreram ameaça de demissão.
De acordo com o estudo O Impacto da Organização e do Ambiente de Trabalho Bancário na Saúde Física e Mental da Categoria, 65% dos bancários têm queixa de estresse. O número é bem superior à média da população brasileira, de 30% segundo a UFF (Universidade Federal Fluminense).
Nem esses dados são capazes de sensibilizar os banqueiros, que afirmam que as reclamações são isoladas. No entanto, o assédio e a cobrança por metas são frutos de um modelo de organização de trabalho que incentiva a competição exacerbada, privilegia o individualismo e cria um ambiente estressante.
Não é por acaso que as estatísticas oficiais indicam que a categoria bancária é a campeã em adoecimento mental. Os distúrbios vão desde estresse à depressão e até suicídio. Importante ressaltar que o assédio moral é fruto da cobrança de metas. É a partir do momento em que o trabalhador é obrigado a vender serviços que o problema começa.
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