
Na hora de fazer a portabilidade de crédito, é preciso ter precaução. Segundo o Procon, normalmente o consumidor é fisgado com novas ofertas, negociadas com valores superiores a dívida inicial e que, na maioria das vezes, são direcionadas para pagamento consignado sem a autorização do cliente.
O Procon orienta atenção com as taxas de juros e, principalmente, com o número de parcelas no momento da transferência do empréstimo para não pagar mais do que já deve. De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em operações de portabilidade não é cobrado o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
A maioria das portabilidades é feita nos casos de empréstimos pessoais, financiamento de veículos e crédito consignado. No financiamento imobiliário ainda há um entrave. Os custos do cartório são arcados pelo cliente e, em geral, são altos. Os bancos ainda podem cobrar tarifas pela vistoria no imóvel. Tudo para tirar dinheiro do povo.
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