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PLANTÃO / MAIS UMA TRAIÇÃO

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Greve nacional dos bancários é desmontada pela Contraf-CUT

19/10/2011 às 11:50
SEEB-RN
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Mesmo com muita força na base, no que foi anunciada como a maior greve dos últimos anos, os bancários acordaram nesta terça-feira (18) com poucas bases tendo rejeitado as propostas insuficientes e desrespeitosas feitas pelos banqueiros e governo Dilma. Longe de ser uma contradição (estar forte na greve mas aceitar a primeira proposta ínfima que é oferecida), este resultado evidencia o descompasso e traição representados pela direção majoritária dos bancários em nível nacional, a Contraf/CUT.

Como uma praga ou um flagelo, por onde a Contraf/CUT passa muitas vezes não nasce mais nem grama. A troca de favores, as nomeações de dirigentes seus para a diretoria de bancos, fundos de pensão e órgãos do governo, além do toma-lá-dá-cá interno ao PT e demais partidos governistas, colocam a Contraf/CUT como uma entidade completamente chapa-branca, inimiga dos interesses dos trabalhadores e representante da patronal em nossas trincheiras.

É através de assembleias manipuladas, proibições do direito de fala à oposição (como em SP), inchaço de votações com gerentes e fura-greves, e demais métodos espúrios, que os burocratas ligados à Contraf/CUT, alguns deles sem trabalhar há mais de 20 anos, conseguem derrotar a base, simulando encerramentos democráticos de greve quando, na verdade, há golpes orquestrados e farsas, montados para aprovar o que os banqueiros e governo mandaram aprovar, custe o que custar.

Diante da truculência de Dilma, que cortou o ponto do BB (conforme o extrato salarial observado pelos colegas) e ameaçou enquadrar as greves no TST, os tempos de FHC voltaram à memória. Com um agravante: a Contraf/CUT agora defende o inimigo.

Estas traições recorrentes não deixam dúvidas: é preciso romper com esta entidade de defesa dos interesses dos patrões e com seus fóruns ilegítimos, e apostar na construção de uma alternativa de base, independente e representativa da categoria. Este é o caminho que a Frente Nacional de Oposição Bancária defende no Brasil, para que deixemos de ter de nos submeter a uma direção tão traidora, e que possamos, enfim, articular greves nacionais que motivem a base, a envolvam e possam recuperar a confiança e credibilidade dos bancários na luta por nossos direitos, salário e emprego.

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