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A reunião da Coordenação Nacional realizada neste final de semana (22, 23 e 24) no Rio de Janeiro reuniu cerca de 270 pessoas. Cada um dos temas que seriam debatidos foram apresentados por integrantes da Secretaria Executiva Nacional Provisória a partir dos debates preparatórios feitos anteriormente a reunião. Atnágoras Lopes apresentou o ponto de situação nacional procurando apontar os desafios para o próximo semestre. As campanhas salariais de bancários, petroleiros, trabalhadores dos Correios e metalúrgicos, que estão entre as principais categorias de trabalhadores do país; o fortalecimento da luta contra o veto do fim do fator previdenciário participando e impulsionando a campanha que está sendo organizada pela Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados) e outras entidades. Atnágoras alertou que as mobilizações que ocorrerão neste período continuarão sofrendo as influências da crise econômica mundial, hoje com maior expressão na Europa. Para enfrentar a crise, governos da União Européia aproveitam para retirar direitos de trabalhadores e aposentados, impõem redução salarial e precarizam o emprego. O dirigente frisou que a Central deverá ficar atenta em como atuar neste período da nova organização que estava se consolidando naquela reunião. Além desses aspectos ainda foram abordadas as campanhas contra a criminalização dos movimentos sociais, a preparação do 10 de agosto como um Dia Nacional de Lutas. Outra integrante da Secretaria Executiva, Ana Pagamunici, abordou a crise internacional e o papel dos 120 convidados internacionais representes no CONCLAT e ressaltou a importância de encaminharmos a campanha aprovada no encontro internacional realizado um dia após o Congresso da Classe Trabalhadora. Ana ressaltou a campanha em defesa da Palestina que tem dois momentos importantes. O primeiro, por volta de 10 e 11 de agosto, quando o primeiro-ministro de Israel estará no Brasil e no final de outubro, durante a realização do Fórum Social Mundial da Educação que ocorrerá na Palestina. Além disso, a campanha de solidariedade ao Haiti, realizando atividades no Brasil no dia de luta marcado pelos movimentos haitianos: 28 de julho. Já têm manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. O Movimento Popular, também marcará este segundo semestre com a jornada nacional de luta contra os despejos, promovida pela Frente de Resistência Urbana. Representantes de categorias em luta apresentaram informes sobre as mobilizações. Entre eles, representantes do funcionalismo federal e estaduais, bancários, petroleiros, metalúrgicos, e trabalhadores dos Correios, professores universitários e da educação básica, movimentos populares e outros.
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