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PLANTÃO / GREVE NO BNB

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BNB tripudia sobre os funcionários - a AFBNB exige respeito

21/10/2011 às 13:09
AFBNB
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Quando a AFBNB afirmou, na sua mensagem de ontem, que a Diretoria do Banco do Nordeste do Brasil está se superando, não foi por qualquer motivo. Declarações da Superintendente de “Desenvolvimento Humano” veiculada no jornal O Povo (CE), de hoje, demonstra a “importância” dada aos funcionários do BNB.
Transcrevemos abaixo o trecho:

“Segundo a superintendência do BNB, porém, o BNB não teve autorização do Governo Federal para adotar o mesmo reajuste que o Banco do Brasil recebeu. A negociadora entre grevistas e direção geral do BNB, além de superintendente da área de Recursos Humanos, Eliane Brasil, afirmou que ontem foi encaminhado para o Ministério da Fazenda um documento com alternativas para solucionar a questão. (somente ontem, 23º dia da greve o banco esboçou atitude junto ao governo federal - Obs. da AFBNB).

Ela acredita, porém, ser ‘muito difícil’ alcançar a mesma proposta concedida ao BB.
‘Fazer isso significa um impacto muito grande na folha de pagamento do banco’. Eliane estima que, caso fosse adotado o modelo, o prejuízo para o BNB seria de mais de 20%. Segundo ela, o Banco do Brasil é centenário, tem lucratividade superior ao BNB e tipo de atuação diferente.
No BB, foram R$ 2,93 bilhões de lucro líquido no primeiro semestre deste ano, contra R$300 milhões de lucro do BNB. “Tivemos um bom lucro, mas ainda não é suficiente para arcar com a despesa de pessoal. A realidade do banco não pode arcar com essa elevação”. (grifo nosso) (veja matéria na íntegra)

A declaração da Superintendente é no mínimo infeliz, por vários motivos: age como perdedora ao afirmar que vai ser muito difícil alcançar o mesmo patamar de negociação com o BB; ao caracterizar reposição salarial aos funcionários como prejuízo ao Banco; ao diminuir, nas entrelinhas, a ação do BNB diante do Banco do Brasil...

A AFBNB repudia essas declarações que desvalorizam a nobre missão desenvolvimentista do Banco, bem como o desrespeito com que os trabalhadores do BNB vêm sendo tratados. Além disso, questiona o fato de o Banco só usar subterfúgios dessa natureza quando é para causas coletivas. O mesmo não acontece quando é para satisfazer interesses particulares deste ou aquele quando, por exemplo, se criam superestruturas na Direção Geral para acomodações político-partidárias dos amigos do rei.

Isso sem falar dos “arrumadinhos” que acontecem na instituição. Um exemplo: trazer alguém do Rio Grande do Norte para substituir o Superintendente do Ceará, como interino, e levar alguém do Ceará para o RN, também como interino, para substituir o que veio para cá, conforme divulgado pelo próprio Banco. Essa manobra certamente tem ônus para a Instituição, se olharmos meramente do ponto de vista econômico, como o Banco parece fazer quando se recusa a avançar em suas propostas.

Os funcionários exigem e merecem respeito! Assim, enquanto os mesmos aguardam uma solução digna, bem melhor do que as lamentáveis declarações acima, a AFBNB relembra mais uma vez alguns entre os vários reais motivos que justificam a continuidade da greve BNB:
- A “proposta” do banco não contempla a Isonomia; o banco insiste em continuar dando tratamento diferenciado aos seus funcionários;
- A “proposta” do banco não corrige o Plano de Cargos e Remuneração, que é uma vergonha;
- A “proposta” do banco apresenta retrocessos em relação aos dias parados; queremos respeito ao legítimo direito de greve;
- A “proposta” do banco não corrige o piso e/ou a curva salarial como nos privados, BRB, BB e CEF, sendo, portanto, rebaixada e bem inferior às desses bancos;
- Os trabalhadores do BNB estão sendo tratados com discriminação pelo governo federal...
Abaixo alguns dados do acordo do BB, que para a AFBNB passou a ser o nosso parâmetro para acordo:

BB

- Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais e benefícios.
- 10% sobre o piso ficando em R$ 1.760,00; com reflexo em toda a curva salarial.
Todos mobilizados, coesos, firmes e fortes na GREVE, até a vitória!
Todos nas assembléias, quando convocadas pelos sindicatos, para apreciação de proposta digna, quando formulada e negociada.
 
Viva a força da Greve!

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