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Integração dos movimentos sindical e popular é ponto alto da reunião

28/07/2010 às 00:00
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Na tarde de sábado foi travado um debate rico e um dos mais interessantes de toda a reunião. A integração dos movimentos sindical e popular no cotidiano, diante dos desafios que se apresentam a nova central. O tema foi apresentado por Guilherme Boulos, que partiu de uma semelhança importante dos segmentos que estavam ali presente: setores que permaneceram na luta mesmo após a adaptação ao governo Lula das principais centrais e movimentos populares. Ao mesmo tempo que a CUT foi tida como referência durante muito tempo e depois se rendeu ao governismo e acordos com o capital, no movimento popular também houve organizações que cumpriram esse mesmo papel, e que também depois se integraram ao governo Lula. Boulos acrescentou a importância de reorganizar os setores de esquerda que se mantiveram na luta e abordou a contra reforma urbana em curso que desencadeou numa onda de despejos e iniciativas da especulação imobiliária. Ele disse que o setor imobiliário foi um dos que mais recebeu verbas no auge da crise. Isso provocou uma necessidade cada vez mais forte e urgente de construir uma unidade sólida, profunda e real dos setores combativos do movimento popular e do movimento sindical. Não é uma unidade de classes, é uma unidade de classe, frisou, ao lembrar que o movimento popular surge de setores do trabalho informal, precarizado e trabalhadores desempregados. O debate em torno desse tema visou tentar refletir sobre os desafios que a central terá pela frente com a atuação conjunta dos movimentos sindical e popular. Buscar superar a relação de ajuda mútua entre esses movimentos e entender que essa atuação deve permear aspectos estratégicos e de classe para os trabalhadores. Entre eles, três importantes. A primeira, como construir a integração política dentro da central entre movimentos sindical e popular. A segunda é como realizar uma atuação efetivamente conjunta e, para Boulos, a terceira é pensar mecanismos na central, para garantir que a luta e a participação política não seja pautada em relação às finanças. Esse ponto mostrou o desafio que a central tem pela frente, justamente pelo número de intervenções na tentativa de buscar uma relação superior a de colaboração existente até hoje. Além da apresentação de Boulos, diversos representantes de ocupações falaram do dia a dia de suas lutas. Entre eles companheiros de Minas Gerais, do MUST - do Pinheirinho de São José dos Campos (SP), do MTST e do MTL. Entre as principais campanhas  para este segundo semestre está a jornada nacional contra despejos organizada pela Resistência Urbana.

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