
A maioria presente à 12ª Conferência Nacional dos Bancários, que aconteceu de 23 a 25 de julho, no Rio de Janeiro, aprovou a reivindicação de “fim das metas abusivas”, ao invés de “fim das metas”. Mais que forma de redação, trata-se de diferenças de concepção. “Nós entendemos que o estabelecimento de metas em si já é um abuso. O trabalhador tem suas atribuições e deve desempenhá-las com responsabilidade, não é uma máquina que tem que produzir sempre mais”, afirma a diretora do Sindicato Goretti Barone. Na sua avaliação, admitir a adoção de metas individualiza a relação capital/trabalho e faz com que a categoria perca a sua força coletiva, além de adoecer os trabalhadores levando até a casos extremos, como tentativas de suicídio.
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