
O governo já deu início a estratégia de estimular a economia neste fim de ano. O Banco do Brasil intensificou a concessão de crédito para pessoas físicas em novembro. No crédito consignado, o valor no mês passado chegou a R$ 3,6 bilhões, expansão de 80% em relação a outubro.
Quando se trata da junção do crédito consignado ao crédito pessoal para pessoa física com pagamento através de débito em conta, o total é de R$ 5,557 bilhões, alta de 70% na comparação com outubro e 41% superior ao melhor desembolso registrado em 2011 (R$ 3,940 bilhões, em agosto).
Em janeiro deste ano, o total de empréstimos em crédito consignado e débito foi de R$ 2,554 bilhões, menos da metade do que foi concedido em novembro. De janeiro a outubro as concessões somaram R$ 157 milhões. Já em novembro o número pulou para R$ 278 milhões.
A medida foi tomada baseada no CRM (sigla em inglês de Customer Relationship Management ou gerenciamento de relacionamento com o cliente). O BB percebeu que, do total de 56 milhões de clientes, 13 milhões estão predispostos a tomar crédito. No entanto, deste universo, somente cinco milhões possuem empréstimos com o banco atualmente. Dos oito milhões restantes, 3,8 milhões não fizeram nenhum tipo de dívidas.
O BB reduziu de 96 para 60 meses o prazo máximo das operações de empréstimo. De acordo com o banco, 64% do saldo está contratado em até 60 meses. Na modalidade de crédito consignado, a taxa de juros recuou em até 0,4 ponto percentual nas operações com prazo entre 37 e 60 meses. Já as taxas do débito em conta, com prazo de 25 a 36 meses, reduziram em até 0,2 ponto percentual.
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