
Na semana passada, respectivamente nos dias 28 e 29, Bradesco e Santander abriram a temporada de divulgação dos resultados do segundo trimestre. O Bradesco anunciou lucro líquido de R$ 2,405 bilhões, o que representa um crescimento de 4,7% sobre os R$ 2,297 bilhões obtidos no mesmo período do ano passado. Na soma do semestre, os ganhos chegaram a R$ 4,508 bilhões. Foi o segundo maior lucro da história dos bancos brasileiros para o período, ficando atrás somente dos R$ 4,586 bilhões do Itaú Unibanco nos primeiros seis meses de 2009. Ao fim de junho, os ativos totais do Bradesco estavam na casa dos R$ 558 bilhões (alta de 15,7% no ano) e o patrimônio líquido beirava os R$ 44,3 bilhões (alta de 18,8%). Santander O multinacional espanhol Santander, por sua vez, anunciou seu lucro de acordo com dois padrões contábeis diferentes: o internacional IRFS e o brasileiro BRGaap. Pelo padrão brasileiro, o lucro foi de R$ 1,002 bilhão no trimestre, totalizando R$ 2,016 bilhões no semestre. No primeiro semestre de 2009, o banco espanhol havia lucrado R$ 1,006 bilhão. Houve, portanto, um crescimento espantoso de 100,4% de um ano para outro. Os ativos totais do Santander encerraram o mês de junho em R$ 374,815 bilhões (alta de 15,7% na comparação com junho de 2009) e seu patrimônio líquido alcançou os R$ R$ 65,325 bilhões (alta de 32%). A Folha de S.Paulo, no entanto, informou em reportagem publicada no dia 30 que "o banco prefere consolidar os resultados segundo os padrões internacionais de contabilidade". Assim, o lucro no primeiro semestre salta para R$ 3,5 bilhões, 44% mais do que o obtido no mesmo período de 2009. "É com base nesse resultado de R$ 3,5 bilhões que o banco distribui (...) ganhos para os acionistas e a participação de lucros aos funcionários", diz o jornal.
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