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Exploração dos bancários garante lucro dos banqueiros

09/08/2010 às 00:00
SEEB/MA
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 No início do mês de agosto, os bancos informaram os balancetes semestrais e como vem acontecendo nos últimos oito anos de Governo Lula, apresentaram lucros espetaculares. O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 4,602 bilhões, crescimento de 16,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O Itaú-Unibanco registrou o maior lucro da história do sistema financeiro brasileiro em um primeiro semestre: R$ 6,4 bilhões. Estes anúncios revelam que apesar da maior crise que já se viu desde a Grande Depressão de 1929, o sistema financeiro brasileiro apresenta um quadro de grandeza e estabilidade. Os bancos obtém lucros recordes porque se beneficiam das medidas do governo como a alta das taxas de juros. Para se ter uma idéia, nos últimos 7 anos, os bancos lucraram R$ 127,8 bilhões. O segredo de tantos lucros também se explica com o aumento da produtividade e a exploração da mão de obra bancária. Vamos mostrar a exploração do trabalhador bancário do Bradesco e do Itaú-Unibanco, as maiores instituições financeiras privadas do país, onde seus funcionários apresentam perdas salariais de aproximadamente 24% desde a implantação do Plano Real. Segundo dados dos próprios balanços dos bancos pesquisados, o  Itaú - Unibanco gastou com pessoal (somando salários e encargos) neste primeiro semestre deste ano apenas 7,67% do lucro, o Bradesco gastou ainda menos: 5,92%. Cada trabalhador bancário do Itaú-Unibanco gerou em média R$ 60 mil só neste semestre e do Bradesco R$ 51 mil. No entanto, o salário médio da categoria não chega a R$ 1800 e vem se reduzindo a cada dia com a política adotada pelos banqueiros de concentrar as demissões nos maiores salários e fazer admissões com salários mais baixos. Agora em números, fica demonstrada o seguinte: Primeiro, a ganância dos banqueiros que submetem os bancários ao assédio moral, ao stress e à pressão por metas aumentando o grau de exploração da categoria nos últimos anos. Segundo: A justeza das reivindicações das perdas salariais da categoria que só no setor privado chegam a 24% e por último a necessidade dos trabalhadores de tomar para si o controle do sistema financeiro para garantir que o lucro atenda as reais necessidades da população e não apenas a um punhado de banqueiros.

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