
Ministério do Trabalho confirmou que há 'problemas pontuais'. Orientação é que beneficiário procure local onde pediu seguro-desemprego.
O Ministério do Trabalho confirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que estão ocorrendo "problemas pontuais" no pagamento do seguro-desemprego desde o fim do ano passado por conta da migração do banco de dados para um novo sistema.
O governo não soube informar, porém, quantas pessoas estão com o pagamento do seguro-desemprego atrasado por conta do problema. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho, técnicos do governo já estão buscando solucionar as pendências com os trabalhadores.
Orientação
A recomendação do governo, para os trabalhadores que estão tendo dificuldades em receber o seguro-desemprego, é que procurem o Sistema Nacional de Emprego (Sine) de sua região, ou outros postos de atendimento do Ministério do Trabalho (superintendências ou delegacias regionais). Ou seja, que procure os locais onde foi solicitado o seguro-desemprego.
Também poderá ser utilizado o atendimento telefônico (158), mas, neste caso, o processo será mais demorado, segundo o Ministério do Trabalho.
O que é?
O seguro-desemprego pode ser requerido por todo trabalhador dispensado sem justa causa, por aqueles cujo contrato de trabalho foi suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação oferecido pelo empregador; por pescadores profissionais durante o período em que a pesca é proibida devido à procriação das espécies e por trabalhadores resgatados da condição análoga à de escravidão.
O valor mínimo do seguro-desemprego é, atualmente, de R$ 622 (salário mínimo). O valor do seguro-desemprego é calculado com base nos três últimos salários de cada trabalhador.
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