
Dia 24 de janeiro, Dia do Aposentado. O tempo passa, os governos mudam e os aposentados não têm motivos para comemorar a data.
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Dia 24 de janeiro, Dia do Aposentado. O tempo passa, os governos mudam e os aposentados brasileiros continuam sem ter motivos para festejar.
A cada ano, as políticas adotadas para os aposentados do INSS são piores, principalmente, para aqueles que ganham acima de um salário mínimo.
São reajustes ínfimos, perdas salariais gritantes e, consequentemente, poder de compra reduzido, fatores que impedem, por exemplo, o pagamento de um bom plano de saúde.
Para se ter uma ideia, este ano, a perda salarial representou uma diferença de R$ 87 para quem ganha dois salários. Isso porque o reajuste do salário mínimo foi de 14,1%. Se o cálculo valesse na ponta do lápis, ou seja, R$ 622 + R$ 622, o aposentado deveria ganhar R$ 1.244 mensais.
Porém, com o reajuste rebaixado de 6,08% dado pelo Governo Dilma para o aposentado que ganha acima do mínimo nacional, esse trabalhador vai ganhar apenas R$ 1.156. A diferença de R$ 87 pode parecer pequena, mas poderia pagar o remédio do mês para muitos aposentados.
Diante desses números, é possível perceber o achatamento gradativo dos rendimentos dos aposentados. Caso essa lógica de aumento desigual continue, num futuro bem próximo, todos os aposentados estarão ganhando apenas um salário mínimo.
E o pior, tendo que ver todo mês, o desconto do Imposto de Renda, em seu já minguado benefício.
Fora isso, ainda existe o fator previdenciário, cálculo maléfico para a aposentadoria, criado por FHC e mantido por Lula e Dilma, que reduz o valor do salário do aposentado, mesmo o trabalhador tendo contribuído tempo suficiente para receber até mais que o teto estabelecido pelo INSS.
Só mais uma prova, que os governos não estão nem aí para esses cidadãos que carregaram por anos esse país com a sua força de trabalho e seu dinheiro. Lamentável.
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