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DESTAQUE / GRAÇAS À CONTRAF

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Por que os bancários não conseguem avanços?

Em 4 dias de greve, vigilantes do DF arrancam 20% de aumento. Em 21 dias de greve em 2011, bancários tiveram reajustes pífios.

24/02/2012 às 09:46
Ascom/SEEB-MA
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Diante da grande vitória obtida pelos vigilantes do Distrito Federal, o SEEB-MA volta a questionar: por que uma categoria tão forte como a bancária não consegue avanços?

A resposta é simples: a maioria dos sindicatos do país é ligada à Contraf, uma confederação vendida, braço sindical do PT, inserida numa simbiose com o governo, onde a troca de benesses já corrompeu as raízes da entidade que, historicamente, deveria ser a representante dos trabalhadores do ramo financeiro.

Ao invés de lutar pelos direitos dos bancários, os dirigentes da Contraf desrespeitam a categoria com suas pedidas rebaixadas e incoerentes com o intuito de blindar seu patrão e de manter seus cargos políticos e mega-salários.

Parabéns vigilantes do DF!

Depois de uma greve histórica de quatro dias – que contou com adesão superior a 90% e o fechamento de mais de 80% dos bancos –, os vigilantes do Distrito Federal arrancaram reajuste de 20%, incluindo aumento de salário e gratificações por risco, além de tíquete alimentação de R$ 17 por dia. Reunidos em assembleia no início na noite desta segunda-feira (30) na 713 Norte, em frente ao Ministério Público do Trabalho (MPT), onde ocorria a negociação entre os representantes dos trabalhadores e dos patrões, a categoria aceitou, por ampla maioria, a proposta dos donos das empresas de segurança e encerrou o movimento.
 
Os vigilantes retornarão ao trabalho a partir das 22h desta segunda-feira. Os dias parados serão abonados. “Não foi uma proposta fácil de ser arrancada. Mas, com a participação em massa dos vigilantes, a categoria saiu vitoriosa e conquistou reajuste acima da inflação, gratificação por risco e aumento do tíquete alimentação”, afirmou o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF), Jervalino Rodrigues, lembrando que não haverá nenhuma punição aos trabalhadores que participaram da greve.
 
‘Vigilantes, unidos, jamais serão vencidos’
 
Concentrados em frente ao MPT, na Asa Norte, os vigilantes gritaram as palavras de ordem “vigilantes, unidos, jamais serão vencidos” e “se não tiver proposta, greve”.
 
A força da greve e a pressão dos trabalhadores surtiram efeito. Por volta das 19h, o Sindesv-DF apresentava a proposta dos patrões aos trabalhadores. “Mesmo com as tentativas de enfraquecer nosso movimento, conseguimos sair vitoriosos dessa greve histórica. Não posso deixar de agradecer ao presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rodrigo Britto, aos diretores da entidade e aos trabalhadores do ramo financeiro”, destacou o deputado distrital Chico Vigilante, que também congratulou a Central Única dos Trabalhadores e os seus sindicatos filiados pelo empenho e dedicação no fortalecimento do movimento dos vigilantes.

 

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