
Um modelo próprio de distribuição dos lucros. Esta é uma das lutas dos empregados da Caixa, que iniciaram, na semana passada, as discussões para construir uma proposta de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) mais justa. A reunião segue nesta quarta-feira (14/03) em Brasília.
O debate parte sobre o benefício parte de uma decisão do governo federal de fixar em 11.25% a parcela do lucro a ser distribuída para os empregados das empresas estatais, entre elas os bancos. No caso da Caixa, caso o valor distribuído pela regra básica da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) seja superior aos 11,25% vale a CCT, cujo limite é de 15%.
Os empregados colocaram para o banco questões fundamentais que a proposta precisa contemplar. Destaque para a não vinculação a metas e a garantia de um modelo que contemple todos os bancários. A categoria também não abre mão da manutenção da regra básica da CCT.
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