
A concorrência no setor bancário se acirrou após o anúncio dos resultados bilionários dos principais bancos do país. Para obter mais e mais lucros, banqueiros e Governo estão praticando todo tipo de assédio moral contra os bancários, que estão sendo forçados a cumprir metas cada vez maiores.
Ao mesmo tempo em que as cobranças aumentam, as condições de trabalho só pioram. Na atual gestão do Sindicato, as notificações aos órgãos fiscalizadores (SRTE, Bombeiros e Vigilância Sanitária) bateram recorde, resultado das reclamações vindas da categoria e das visitas constantes de membros da diretoria aos locais de trabalho em todo o Estado.
Entretanto, a ação destes órgãos ainda é muito lenta e foi por isso que o número de agências bancárias fechadas pelo Sindicato aumentou consideravelmente: Itaú, Santander e BNB foram os casos mais recentes onde o Sindicato teve que intervir para garantir condições dignas de trabalho.
Enquanto o bancário vai se dando mal...
A Contraf-CUT não se cansa de trair os interesses da categoria para obter privilégios nos altos escalões do Governo. Os últimos escândalos da diretoria do Banco do Brasil mostraram claramente que existe uma guerra dentro do BB e da PREVI envolvendo um grupo de sindicalistas que estão se sentindo excluídos dos cargos de confiança no banco.
Você sabia que o diretor da Contraf-CUT e membro da mesa de negociação do BB, Marcel Barros, do dia para noite passou de caixa executivo para uma comissão RF06 com salário de R$ 9 mil? E que agora é candidato à diretoria da PREVI e, se eleito, passa a receber salário de diretor do banco RF02? Assim é fácil esquecer as perdas salariais de mais de 100% que os bancários acumulam desde o Plano Real.
Dia Mundial da Conscientização Sobre o Autismo - por mais respeito, compreensão e conhecimento!
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