
A fim de correr atrás do prejuízo por ter perdido a administração do Banco Postal para o Banco do Brasil, o Bradesco resolveu investir na abertura de agências. O número de unidades aumentou 27,7%, saindo de 3.628, em 2010, para 4.634, em 2011.
O mesmo não se pode dizer da abertura de postos de trabalho. O Bradesco gerou apenas 9.436 novas vagas no ano passado. Alta de 9,91% em relação a 2010. O índice revela que existe uma diferença absurda entre emprego oferecido e número de agências inauguradas.
O mais curioso, no entanto, é que o banco abriu as unidades justamente nos locais onde mantinha o Banco Postal, que funciona como um correspondente bancário. O fato reforça a ideia defendida pelo movimento sindical. Além de não oferecer segurança ao trabalhador e à população e de precarizar a mão de obra, o correspondente bancário é deficitário, pois não disponibiliza todos os serviços de uma agência.
Itaú
Se no Bradesco está ruim, no Itaú a situação é ainda pior. O banco, que bateu mais um recorde em lucratividade, R$ 14,6 bilhões em 2011, fechou 4.058 postos, redução de 3,97% no quadro de funcionários.
Em dezembro de 2010, a organização financeira possuía 102.316 bancários. Em dezembro de 2011, o número caiu para 98.258. Vale ressaltar que o banco foi o único a diminuir o quadro de funcionários no período.
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