
Com o objetivo de prevenir as doenças mentais, reduzir o número de afastamentos e combater o assédio moral, a COE (Comissão de Organização dos Empregado) do Santander quer que a direção da empresa ponha fim às metas.
O movimento sindical cobrou, em reunião realizada nesta terça-feira (10/04), a proibição de qualquer tipo de comparação entre os resultados obtidos, seja por agência, região ou ranking. A cláusula 35ª da convenção coletiva já impede a comparação. No entanto, o Santander vem descumprindo o acordo, como denunciado na última reunião do Comitê de Relações Trabalhistas.
Os representantes do banco consideram as metas apenas desafiadoras, mas possível. O tema deve ser debatido na próxima Mesa Temática de Saúde com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Outros assuntos
O Santander ficou de agendar reunião específica para tratar das reivindicações referentes à manutenção do convênio médico e odontológico na aposentadoria. A categoria ainda cobrou a inclusão de pai e mãe como dependentes, a definição de meses fixos nos primeiro e segundo semestres, de cada ano, para solicitações de alterações nos planos existentes e o acesso aos contratos firmados.
O fim da contratação de uma empresa terceirizada para cadastrar e atender os funcionários afastados por motivos de saúde, melhorias nos procedimentos de RH e acesso às informações de funcionários afastados ou adoecidos também foram discutidos durante Fórum de Saúde e Condições de Trabalho.
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