
Por ano, cerca de 270 milhões de pessoas sofrem acidentes no exercício das atividades, de acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho). Para lembrar o fato, em todo o mundo, em 28 de abril, é celebrado o Dia Internacional em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças no Trabalho.
O Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de acidentes de trabalho, com 701.496 ocorrências, ficando atrás apenas da China, que encabeça a lista com cerca de 15 milhões, dos Estados Unidos, com 5,7 milhões, e da Rússia, com 3,1 milhões.
Apesar de, segundo dados do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, o número de acidentes no país tenha reduzido 7,2% entre 2008 e 2010 (de 755.980 para 701.496), o que se sabe é que, o mesmo não acontece com os transtornos mentais e comportamentais, que são as principais causas de concessões de auxílio-doença acidentários. Em 2011, foram 12.337 casos, que se dividem em episódios depressivos, reações ao estresse grave e transtornos de adaptação.
Terceirizados
Um outro problema que ocorre no Brasil é que as estatísticas englobam somente funcionários de carteira assinada. São, aproximadamente, 20 milhões de pessoas na informalidade.
De acordo com a ANPT (Dados da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho), de cada cinco acidentes, quatro são com terceirizados. De 10 empresas onde o fato acontece, oito são terceirizadas. Em média, no país, são 13 casos de terceirizados vítimas de acidentes por 100 mil habitantes.
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