
A gerência da CSL do Banco do Brasil investiu dinheiro em câmeras, em todo ambiente de trabalho, para proteger os documentos da instituição financeira. Em meio aos constantes ataques a bancos - este ano foram 78 na Bahia, sendo 52 somente no BB -, a empresa não parece se preocupar com a segurança dos clientes e funcionários.
Parece que a intenção é vigiar e controlar as ações dos funcionários. Até porque não há registro de subtração de documentos. A vigilância é mais uma forma de assédio moral.
Vale ressaltar que muitas agências, principalmente no interior do Estado, ainda estão sem sistemas de CFTV (Sistema Fechado de TV), previsto em lei.
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