
A insatisfação com o Bradesco Saúde é tão grande que, no ano passado, o movimento sindical acabou tendo reuniões com representantes do banco para cobrar providências. Até houve uma certa movimentação no sentido de credenciar médicos, hospitais e laboratórios, mas o resultado foi pífio, quase nulo. E o pior é que esse grave problema, esse descaso com a saúde dos bancários, se repete em todo o Brasil.
Na semana passada, diversos sindicatos denunciaram sérias dificuldades, tanto no atendimento médico, quanto no laboratorial, no hospitalar e no odontológico. Além da escassez de médicos conveniados, há outras situações absurdas. Na região de Camaçari (BA), por exemplo, o atendimento odontológico é só para limpeza dental. Qualquer outro procedimento é cobrado do usuário. E o reembolso demora a sair.
Em Salvador, capital da Bahia, o absurdo está no limite de exames de uma mesma especialidade. Se o médico pede, por exemplo, um exame do ombro e um da coluna, o usuário tem de escolher apenas um. O outro só pode ser feito depois de 30 dias.
No Rio de Janeiro, o usuário tem dificuldade até para agendar uma consulta ou exame. Ao revelar que é do Bradesco Saúde, é visto com maus olhos e o atendimento é, muitas vezes, negado.
Reivindicações
Os usuários do Bradesco Saúde querem não só que esses problemas sejam resolvidos urgentemente. Querem também que o plano inclua especialidades relacionadas à saúde mental, como psicologia e psiquiatria.
Outra reivindicação importante é a manutenção do plano de saúde na aposentadoria. Hoje, o trabalhador que deixa o banco perde o direito ao plano, o que acarreta num grande problema: entrar em outro plano de saúde com idade já avançada é muito caro.
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