
O Santander marcou reunião para esta terça-feira (12/06), mas só fez enrolar. Propôs renovar o acordo aditivo por mais dois anos, no entanto negou várias reivindicações e não ofereceram nenhuma mudança interessante para os empregados.
Os representantes do banco acrescentaram uma cláusula no aditivo, referente à igualdade de oportunidade. Mas, na prática, não apresentaram uma proposta concreta. Para os empregados, há dúvidas, por exemplo, em relação à forma como vai ser colocado em prática. O Santander apenas disse que pode trabalhar com os mecanismos de denúncia pelo telefone, o que não atende à expectativa dos bancários.
Ainda na pauta, o PPRS (Programa de Participação nos Resultados do Santander). Sobre o tema, o movimento sindical critica a falta de informações e clareza acerca das regras, números e para quem o programa é destinado.
Outros itens colocados em questão pelos funcionários e negados pelo banco foram garantia do emprego, plano de saúde para aposentados em condições iguais aos da ativa, bolsa de estudos para segunda graduação e pós-graduação, manutenção do programa pijama, empréstimo de férias a ser pago em até 10 vezes sem juros, cinco dias de abono no ano, licença adoção de acordo com a legislação.
Além disso, os bancários cobraram ainda a redução das taxas de juros e isenção de tarifas para funcionários e aposentados, o que a organização financeira também negou. Outra exigência é incluir no aditivo a premiação de funcionário que atinge 25 anos de trabalho na empresa.
Nova reunião está prevista para esta quinta-feira (14/06), quando os bancários esperam que o banco apresenta uma proposta à altura das necessidades dos empregados.
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