
Os bancos abriram 23.599 postos de trabalho em 2011. Apesar do saldo, as organizações financeiras intensificaram a estratégia de reduzir a folha de pagamento por meio da rotatividade. Tanto que o salário do bancário admitido é, em média, 40,87% inferior ao dos desligados.
Nos demais setores da economia, a diferença é, em média, de 7,1%. Os dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) revelam a política perversa adotada pelas empresas.
Os números mostram ainda que os bancos aumentaram consideravelmente a demissão sem justa causa. Do total de 36.371 desligamentos, 50,19% foram sem motivos. Nenhum outro país da América Latina tem índices tão elevados.
O campeão em rotatividade é o Itaú. De acordo com o Dieese, enquanto obteve o lucro de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, o banco seguiu demitindo e fechou 1.964 postos de trabalho, redução de 7,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o Itaú acumula um corte de 7.728 vagas nos últimos 12 meses.
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