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PLANTÃO / INADIMPLÊNCIA

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Gastos de bancos com reservas contra calotes sobem até 40%

Bradesco reservou 39,8% mais no 2º tri que no mesmo período de 2011. 'Pior do que isso não fica', avalia economista da Acrefi.

15/08/2012 às 15:27
G1
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As despesas dos maiores bancos do país com provisão contra calotes de consumidores e empresas vêm crescendo nos últimos meses, à medida que aumentam os riscos de inadimplência no país.

Entre as instituições que já anunciaram seus balanços financeiros do segundo trimestre (de abril a junho) deste ano, o aumento dessas reservas contra perdas chega a 40%. Em maio, a taxa de inadimplência no país atingiu o recorde histórico de 6%, segundo dados do Banco Central.

“Os bancos estão preocupados com o aumento da inadimplência. O endividamento das famílias brasileiras chegou ao pico da curva de saturação. E o processo de inflação contribui ainda mais com a inadimplência, na medida em que há aumento de preços, tornando a capacidade de pagamento ainda mais comprometida. Esse aumento do provisionamento é natural”, disse o economista da Global Financial Advisor, Miguel Daoud.

Bancos

Entre os grandes bancos, o Bradesco foi o que mais aumentou, em termos percentuais, suas despesas contra devedores nesse período, passando para R$ 3,407 bilhões, contra R$ 2,437 bilhões registrados no mesmo período do ano passado – uma alta de 39,8%. Em relação ao 1º trimestre, o avanço foi menor, de 10,1%.

Na sequência, entre os que mostraram maior aumento de despesas está o Santander, que justificou a medida como reação à “deterioração na qualidade do crédito no mercado e ao aumento da inadimplência no período”. De R$ 3,424 bilhões no primeiro trimestre, os gastos passaram para R$ 4,358 bilhões, mostrando uma alta de 27,3%.

Mesmo com alta mais modesta, o Itaú Unibanco foi o banco que teve a maior despesa no segundo trimestre, em volume de recursos. Foram R$ 5,988 bilhões no segundo trimestre de 2012, contra R$ 5,107 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior, um aumento de 17,3%.

Entre as instituições financeiras públicas, o Banco do Brasil registrou gastos de R$ 3,677 bilhões de abril a junho, depois de reservar R$ 3,047 bilhões no segundo trimestre de 2011, uma alta de 20,7%. O HSBC ainda não divulgou seus resultados e a Caixa Econômica Federal não apresentou esses números.

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